Acabei de ler ontem FANTASMA, de Luiz Alfredo
Garcia-Roza, e é daqueles livros que a gente lê de "uma sentada". Uma
vez começado seguimos com ele até o final sem ter vontade de parar para um
intervalo.
Dizendo desta forma fica parecendo que foi o melhor
livro que eu li, ou o melhor livro do autor. Não, não é, mas é mais uma
história do meu delegado preferido, Espinosa, e conta mais uma história
passada, como as outras, quase que inteira em Copacabana.
Um homem é assassinado na rua e só quem teve a possibilidade de ter visto algo
é uma moradora de rua. Princesa, como é conhecida, é uma mulher obesa, branca, bonita e cujos
modos nada têm a ver com as pessoas que normalmente encontramos nas ruas. Mas
esta testemunha diz que nada viu, e que dormia quando houve o crime. Na verdade
muitas vezes, Princesa confunde realidade e fantasia. Cabe ao delegado conseguir
que esta testemunha o ajude a chegar ao por que do assassinato e consequentemente
ao assassino.
E quem já leu o autor sabe como ele faz isso bem. O livro é uma delícia.
Dizendo desta forma fica parecendo que foi o melhor livro que eu li, ou o melhor livro do autor. Não, não é, mas é mais uma história do meu delegado preferido, Espinosa, e conta mais uma história passada, como as outras, quase que inteira em Copacabana.
Um homem é assassinado na rua e só quem teve a possibilidade de ter visto algo é uma moradora de rua. Princesa, como é conhecida, é uma mulher obesa, branca, bonita e cujos modos nada têm a ver com as pessoas que normalmente encontramos nas ruas. Mas esta testemunha diz que nada viu, e que dormia quando houve o crime. Na verdade muitas vezes, Princesa confunde realidade e fantasia. Cabe ao delegado conseguir que esta testemunha o ajude a chegar ao por que do assassinato e consequentemente ao assassino.