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sábado, 15 de maio de 2010

PACIENTE 67

Preconceitos...

Existem alguns escritores que "amamos de paixão" e por conta disto, temos o hábito de procurar avidamente seus livros ... e apenas seus livros.

Mês passado, resolvi inovar e permiti que Iracema escolhesse um livro para eu ler. Na realidade, eu não estava com muita vontade de ficar navegando no site da locadora em busca de um título que me agradasse.

Iracema então escolheu um autor que eu jamais tinha lido, Denis Lehande. Ela me enviou o "Paciente 67". Demorei quase quinze dias para pegar no livro, ficava olhando para ele com aquela vontade de trocar sem ao menos ler as primeiras páginas.
Achei isso uma grande bobagem, afinal eu tinha pedido para ela escolher um livro!!!

(Denis Lehande)


Meus amigos...
Depois de passadas as primeiras páginas, não consegui mais soltar o livro.
O enredo é envolvente demais, um suspense muito bem escrito, que prende totalmente a nossa atenção.
Vamos ficando ansiosos para saber do destino de nosso protagonista, um delegado federal que serviu na guerra e que foi em uma missão no Hospital psiquiátrico Ashecliffe, que abriga assassinos psicóticos.
O final é supreendente, fora de tudo aquilo que pensaríamos que acontecesse, mas cujas pequenas pistas foram jogadas durante todo o livro.
Para voces sentirem como é a trama, as últimas páginas do livro foram lidas durante meu horário de trabalho, simplesmente porque nao consegui largar até ler a última palavra do livro.
Nesta segunda Billy já vem trazer outro suspense deste autor- Sobre Meninos e Lobos, que se for como o primeiro, será devorado em uma semana!
Para quem gosta, assim como eu, de ler um triller muito bem feito, não deixe de ler "Paciente 67".
Aproveite que estou devolvendo segunda!
Um abraço a todos
Até a próxima!!!

RoPertile

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Assassinos Seriais



Faz umas duas semanas que estou lendo livros sobre assassinos seriais. De vez em quando acontece uma coisa dessas: eu cismo com um assunto, e prego nele. Chegam todos os tipos de livros, mas eu fico ali, colada naqueles que tratam do mesmo tema, e agora está na vez dos serial killers.
Há um ano e meio mais ou menos saiu um livro, CORAÇÃO FERIDO, autora Chelsea Cain, e a história trata de uma psicopata belíssima (Gretchen Lowell) que, perseguida por um investigador (Archie Sheridan) durante 10 anos, acaba por conseguir capturá-lo, e o tortura por dez longos dias, após os quais, surpeendentemente se entrega, e o deixa viver. Mas nosso detetive jamais será o mesmo. Ele se torna alguém de saúde frágil, viciado em analgésicos, com uma saúde para sempre comprometida, uma família partida, e viciado na pior das drogas: a sua própria algoz.
Bem o livro é incrível porque embora racionalmente saibamos que não é nada correto torcer para que uma mulher como Gretchen permaneça viva, acabamos desejando que a história continue, e que o relacionamento entre os dois, detetive e assassina prossiga. Não é uma torcida pela vilã, mas uma necessidade de mais ...
E eis que finalmente sai o segundo volume: CORAÇÃO APAIXONADO, quando vemos que a vida do nosso detetive continua caótica, sua saúde fragílima, e o que o mantém é o desejo de rever, de manter contato, de prosseguir no seu torto relacionamento com a assassina.
Novos corpos, novos crimes, e continuo estranhamente, morbidamente como o nosso herói a torcer por esta assassina.
Bem, não vou continuar contando esta história para você, mas acho que se você ousar entrar no mundo desta assassina, como eu, vai torcer por ela também. E como eu, vai aguardar ansiosamente pelo terceiro: CORAÇÃO MALIGNO.

sábado, 8 de agosto de 2009

AUTO-ESTRADA


Gosto muito do Stephen King, sou daquelas fãs de carteirinha, que conhecem todos os livros e vive à espera de que saia mais um. Nunca me canso.
E há pouco tempo saiu AUTO-ESTRADA , daqueles que ele escreveu com o pseudônimo de Richard Bachman. Comecei a ler esperando uma história fantástica, mais um livro para eu sentir medo, mas qual não foi a minha surpresa quando vi que não se tratava de uma história de terror, não daquele terror com o qual sempre conto quando começo um livro do autor. Este livro nos conta sobre um homem desesperado. O tempo: 1973. O motivo: a construção de uma auto-estrada que para ser construída derrubará tudo à sua volta, levando com isso a casa onde ele viveu os anos de seu casamento, e a lavanderia onde trabalhou toda uma vida. E nosso personagem perdeu seu filho único, todas as lembranças que tem dele, e de um tempo melhor estão naqueles lugares. Não podem lhe tirar ainda mais. Nosso personagem vai enlouquecendo de uma loucura consciente, sabedora de que está lutando contra o inexorável, e procurando uma forma de não permitir que lhe tirem mais do que já foi tirado.
Fico aqui querendo lhe contar toda esta história do meu jeito, mas sei que não devo, creio que você deveria aceitar minha sugestão, e conferir mais este livro de King.